Uma linha de sofrimento cruza a querência de "fora à fora" sem que contudo, nosso tecido político dê um passo democrático por mais acanhado que seja! Sonhamos com esse rincão esquecido... o que antes era destinado ao convívio coletivo e solidário virou uma compilação de espaços privados, individualistas. A conquista das metrópoles no ocidente foi marcada por essa tendência. A exposição do Caudilho à experiência radical da individualização é o mal estar advindo de sua prática de sobrevivência, de sua insatisfação determinada por ciclos de repetição regulamentados pelo rigor do tempo industrial tão caro às grandes agências de controle social.
No painel histórico do Rio Grande, a crise da individualização tem sua gênese no temor à mão de obra de substituição, à alta taxa de rotatividade dos quadros funcionais presentes nos colossais investimentos atraídos por atrativos fiscais sem precedentes. Mas o ponto não é discutir o grande rombo no orçamento do estado como os 750 milhões que jorraram dos cofres públicos antes da ampliação, não é mesmo General Motors? O grande "fervido" da cultura em que se banha a sociedade industrial ( e que modelo insustentá-vel, tchê! ) abre campo para a falácia ambiciosa sobre a destinação social da grande "corporation"- Gaúcho! Conta Comigo- Enquanto no Playground hipnótico da pós-modernidade, a piazada trata de acumular relações sociais simuladas na clausura virtual – Segunda Vida é a cancha reta do declínio do Eu. Solidão e tristeza
Conectadas em rede.... O “profile” como indicador da posição geo-estratégica propícia à novos nichos consumidores. Nas bocas: - Não é a cochilha, mas a metrópole que nos torna um ouriço.
Cristiano de Souza Castro
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